"O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usar duas palavras...quando uma basta." Thomas Jefferson

Mudança de História Pessoal na Linha do Tempo

Auto-Aplicável: Não

1 -
O explorador estabelece uma linha de tempo e fica na linha no presente, associando-se a uma sensação ou resposta indesejada e recorrente que gostaria de modificar. O Guia cria uma âncora cinestésica da sensação.

2 - Segurando a âncora, o guia pede que o explorador ande para trás, usando esta sensação como um guia para voltar no tempo, encontrando outras vezes que teve essa sensação ou resposta. O explorador mantem-se associado nas experiências. Quando houver uma intensificação da fisiologia associada os estado problema, o guia pede que o explorador note o que está se passando com ele nesse momento. O explorador continua andando para trás até que encontre a primeira vez (ou a mais intensa vez) que teve a sensação. O explorador dá mais uma passo para trás para ter certeza que encontrou o começo da “programação mental” e a fisiologia da sensação negativa deve desaparecer.

3 - Explorador desassocie-se desta experiência e vai para uma meta-posição fora da linha do tempo, ao lado do presente, numa perspectiva “através do tempo”. O guia ajuda o explorador a entender que ele fez o melhor possível com os recursos e mapa de mundo que tinha naquele momento e que agora, mais madura, já tem muitos recursos e uma compreensão maio que não tinha quando o estado problemático começou.

4 - O guia ajuda o explorador a identificar o recurso que precisava nas situações do passado que faria com que pudesse responder mais adequadamente. Ainda em meta-posição, o guia ajuda o explorador a encontrar uma forte experiência de referência para o recurso e em seguida, cria uma âncora cinestésica para o estado de recursos. Pode-se fazer uma pilha de âncoras.

5 - Segurando esta âncora, o guia leva o explorador de volta para a linha do tempo, para um espaço logo antes da primeira experiência. Enquanto o guia segura a âncora, o explorador anda para frente na sua linha de tempo. A “Mudança de História” se dá à medida que o explorador revivencia as experiências, só que desta vez com o recurso presente, criando uma nova experiência satisfatória, voltando no tempo até o presente.

6 - Quando tiver alterado as experiências do passado a contento, o explorador vai para meta-posição e lembra destas experiências sem a âncora de recursos, como um teste. Se as memórias subjetivas não foram alteradas, repita o processo com recursos mais intensos e apropriados.

7 - Quando, finalmente, as experiências do passado foram realmente alteradas, o guia pede que o explorador faça uma ponte ao futuro, o explorador se coloca mentalmente numa situação que antigamente provocava a reação antiga. Se já houve uma generalização da aprendizagem, a fisiologia associada aos recursos deve se manifestar. Caso o explorador na demonstre essa fisiologia, descubra quais os recursos necessários serão importantes a acrescentar e volte a introduzi-los na linha do tempo atpe que se obtenha um resultado satisfatório.

Autor(a):

Arline Davis
é americana, bióloga pela University of California, estuda comportamento humano há mais de 25 anos. Ministra seminários internacionalmente. Radicada há 17 anos no Brasil. Master Trainer em Programação Neurolinguística (PNL), formada com os criadores desta tecnologia de excelência humana. Diretora do Instituto Núcleo Pensamento & Ação.

Referencia: Núcleo Pensamento & Ação

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