"Quando a mente está pensando, está falando consigo mesma." Platão

O Pavão Tímido

Era uma vez... um tímido pavão, mas tão tímido que só abria sua cauda escondido, para evitar que alguém o visse. Um dia, esse pavão, certo de que ninguém estava olhando, sente a necessidade de esticar suas plumas, e faz com a cauda um belíssimo círculo. Mas ele não estava sozinho. Próximo dali, havia um grupo de naturalistas, que ficam fascinados pela beleza, harmonia e variedade das cores de suas plumas. Aproximam-se para parabenizá-lo, mas o pavão, intimidado, escapa. Eles o alcançam e o asseguram que desejam somente mostrar sua admiração. O pavão não consegue acreditar. Por demais vezes um grupo de artificiais o tinha criticado quando fazia seu círculo com a cauda, gesto para ele tão natural. Os artificiais pensavem que queria se exibir, ostentando a vivacidade de suas cores, a expressividade de suas plumas, a amplidão de seu círculo.

O pavão agora compreendia que os artificiais não são capazes de intuir a naturalidade de seu gesto, sabem intuir somente a ostentação.

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