"Para que um grande sonho se torne realidade, você precisa primeiro de um grande sonho." Hans Seyle

Por que Aprender e Usar Mapas Mentais

Nós vivemos nossas experiências e os acontecimentos de uma maneira seqüencial: minuto a minuto, hora após hora, dia após dia e assim por diante. De forma análoga, quando lemos algo, seguimos palavras, frases, parágrafos, um após o outro, como você está fazendo agora. Essa é a forma normal de percebermos e darmos entrada na informação.

Ocorre que, na hora de usar as informações que memorizamos, a seqüência original nem sempre é a melhor forma. Por exemplo, se você for guardando arquivos no disco rígido do seu computador dessa forma, na hora em que você precisar encontrar algo, pode ter dificuldades. Você sabe que o que precisa está lá, mas a menos que tenha memória fotográfica, pode levar muito tempo pesquisando. Se você sabe usar o serviço de pesquisa e se tiver algum ponto de partida, como o nome do arquivo ou uma amostra do conteúdo, ainda tem uma boa alternativa; caso contrário, acaba tendo que abrir arquivo por arquivo para ver se o que tem dentro é o que você quer.

Já se seus arquivos estiverem organizados em pastas com vários níveis, você consegue achar muito mais facilmente o que quer, percorrendo os vários níveis da árvore ou hierarquia de pastas de acordo com a classificação do que está procurando. Outro exemplo dessa situação é a caixa de enviados do correio eletrônico. Sem ações de organização, a tendência é ter centenas de mensagens em seqüência.

O resultado da desorganização é a maior dificuldade de recuperar e usar as informações e os conhecimentos disponíveis. No caso pessoal, isso se manifesta no fenômeno "sei que está lá, mas não consigo me lembrar". Quer ver exemplos? De quantas piadas que já ouviu, só as boas, você consegue se lembrar? Você sabe que já ouviu muitas e riu muito delas, mas onde estão? Às vezes alguém conta uma que lhe serve de estímulo, de "link" para a lembrança. Isso é um padrão: quando nossos conhecimentos estão desorganizados, precisamos de estímulos ou ganchos para ativar sua lembrança. Quando não há nenhum estímulo ou pista, aí é que dá aquele "branco". Para verificar e validar essa afirmação, experimente ler o estímulo seguinte e perceber o que ele ativa em você: 

“Uma pessoa que fez diferença para melhor em minha vida e da qual eu tinha me esquecido”.

Note que não é o caso de você ter esquecido, é mais apropriado afirmar que você não está se lembrando.

O que precisamos então é de um recurso que nos permita organizar melhor nossas memórias e ativá-las, quando for o caso, de uma forma útil. Os mapas mentais servem para isso. Assim como uma ferramenta comum estende sua capacidade física, os mapas mentais estendem a sua inteligência, permitindo que  você enriqueça e organize melhor tudo que há nesse seu imenso e rico universo interior e assim aprenda, memorize, avalie e decida melhor. O que você vai organizar depende do que quer: piadas, conteúdo escolar, compras, listas de verificação (checklists), experiências prazerosas, experiências de superação de obstáculos, roteiro de apresentações, você escolhe (veja mais aplicações em Sugestões de uso de mapas mentais).

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