"Para que um grande sonho se torne realidade, você precisa primeiro de um grande sonho." Hans Seyle

PNL na Vida de Gente Como a Gente

Para muitas pessoas, a primeira coisa que pensam quando ouvem as palavras “Programação Neurolinguística” é algo que se faz para conseguir o que se quer, um trabalho mental para se obter sucesso. Poucas pessoas, sem terem tido um contato com a verdadeira abordagem da PNL, conseguem imaginar a abrangência dos resultados desejados que se pode alcançar. Segundo princípios fundamentais desta linha de desenvolvimento pessoal, as pessoas já têm todos os recursos de que precisam para realizar as mudanças que desejam em suas vidas. Uma vez que se abre o horizonte para pensar nas possibilidades, não somente de ter mais, mas também de ser mais, vivendo em harmonia consigo mesmos e com outros, quem usa a PNL acaba conquistando objetivos que almejou e também experimenta transformações duradouras no seu jeito de lidar com o mundo.

No início dos anos 70, na Califórnia, Richard Bandler e John Grinder juntaram suas respectivas bagagens para estudar três terapeutas excepcionalmente bem sucedidos. Estes “magos” pareciam conseguir milagres com seus pacientes, em pouco tempo, com intervenções certeiras e precisas. Esta dupla de pesquisadores penetraram na estrutura profunda do pensamento e da comunicação de Virginia Satir, da terapia de família, Fritz Perls, da Gestalt-Terapia e Milton Erickson, o papa da hipnose moderna, agora chamada Hipnose Ericksoniana. O resultado do seu trabalho foi um conjunto de crenças e atitudes profundas, com um modelo preciso de comunicação para influenciar processos mentais e emocionais. Nos anos que se seguiram, muitos profissionais acrescentaram novos trabalhos e a PNL de hoje em dia é muito mais completa.

As técnicas da PNL são totalmente compatíveis com outras linhas de trabalhos terapêuticos e métodos de auto-aprimoramento. Inclusive, pode-se encontrar muitas semelhanças. A diferença importante fica por conta de observações detalhadas sobre processos neurológicos e sua codificação na linguagem da mente. Cada exercício é uma verdadeira engenharia humana dentro do mundo incrivelmente subjetivo de cada indivíduo. As técnicas usam os registros cerebrais armazenados de realidade e de imaginação, que são tão freqüentemente inconscientes, parâmetros de fisiologia e linguagem para provocar uma reorganização em nível neurológico, com equilíbrio entre as mentes consciente e inconsciente.

Em cursos e através de atendimentos individuais, as pessoas podem cuidar de suas necessidades e dos seus mais verdadeiros sonhos. Dentre várias possibilidades, a pessoa pode formular metas que deseja traçar e tratar de bloqueios e impedimentos específicos que porventura encontram ao longo do caminho da realização destas metas. Com maior facilidade, pode-se aprender a equilibrar estados emocionais e mentais. Existem trabalhos que preparam alunos para estudar ou fazer provas e corrigir estratégias ineficazes. Para uma saúde melhor, é possível usar a metodologia para harmonizar corpo-mente, inclusive superando sintomas específicos. É comum resolver problemas de relacionamento e elaborar uma comunicação eficaz para situações importantes.

Os livros publicados, não somente da PNL, podem contar histórias fantásticas de grandes proezas. No entanto, há estudos que demonstram que exemplos de sucesso de pessoas que são “gente como a gente” vão mais longe para aumentar nossa convicção, a de que também podemos conseguir nossos próprios resultados bons. Confira alguns dos exemplos a seguir.

Guilherme Pimentel é um professor de dança de salão, que desejou melhorar sua atuação em sala de aula. Resolveu fazer um curso de formação em PNL, e está realizando seus objetivos. Hoje em dia, consegue observar seus alunos com muito mais apuração, e acerta mais rapidamente suas necessidades às de seus alunos. Acabou ganhando mais dinheiro sem se esforçar por isso, diz ele. “As pessoas me acham mais simpático. Sou muito mais extrovertido, importante para um professor de dança.”  Resolveu ir mais além e se preparou para fazer o vestibular, 8 anos depois de sua formatura de segundo grau. O que ficou tão especial era o rendimento extraordinário dos seus estudos. Durante 4 meses, por somente 2 a 3 horas por semana, Guilherme estudou usando técnicas de aprendizagem e especialmente a auto-hipnose que aprendeu. Passou em vigésimo terceiro-lugar para Psicologia na UERJ. Hoje em dia ele ajuda amigos com problemas aplicando PNL naturalmente, numa simples conversa, como a vez que ajudou uma amiga a superar um medo de elevadores fazendo uma técnica relâmpago no corredor enquando esperava o elevador chegar.

Os terapeutas que usam a PNL conseguem mais resultados com os trabalhos que já vêm desenvolvendo, além de obterem um conjunto novo de ferramentas poderosas. Segundo Marilande Merçon, terapeuta, ela consegue entrar muito melhor no mundo dos seus clientes, pois aprendeu o quanto é diferente a experiência de cada um. Agora ajuda os seus clientes a ampliarem suas perspectivas com resultados bem marcantes. Ela conta um caso de um homem que sofria durante anos de um desequilíbrio emocional, motivo de uma séria preocupação na família dele. Estava se medicando sob tratamento psiquiátrico, sem resultados satisfatórios. Com uma preparação cuidadosa, foi levando seu cliente a se apropriar dos seus recursos internos, até o ponto culminante que conseguiu reprogramar seu passado com seu pai. Hoje em dia, ele está muito contente em poder conviver e se relacionar com seu pai.

Ana Arruda, médica homeopata e terapeuta de florais usa a PNL há mais de dez anos. Quando leu seu primeiro livro de PNL, achava que era “uma coisa de americano louco”. No entanto, não conseguia esquecer as passagens provocantes do livro e acabou aplicando as técnicas, comprando mais livros, e finalmente fazendo curso de formação. Ganhou auto-confiança para aplicar as técnicas e agora consegue resultados diversos na saúde mental, física, emocional e espiritual dos seus pacientes.

Ambas as terapeutas falam enfaticamente sobre os ganhos pessoais que tiveram. A Marilande menciona o quanto melhorou seu jeito de se relacionar com as pessoas. Freqüentemente usa uma dinâmica de PNL para examinar seus relacionamentos com os outros. Desta maneira, ela compreende o que se passa com a outra pessoa, sem se perder nas emoções ou pensamentos distorcidos. A Ana concorda que os relacionamentos com os outros mudam e acrescenta que mudou também seu relacionamento consigo mesma e com seu passado. Interessantemente, um grande aliado que conquistou foi a sua mente inconsciente, “Eu aprendi que nós temos um aliado poderoso dentro, um sábio. As vivências que eu tive durante o curso deram apoio para uma fase de mudanças que estava passando”.

Outra pessoa que está usando mais sua mente inconsciente é a Ione Mattos, socióloga e professora de inglês. Além de fazer amizade, para ela foi fazer as pazes: “Eu tinha medo da minha mente inconsciente e pavor de hipnose! Mas eu entendi que estava restringindo uma parte minha. Sempre trabalhei com criatividade, mas me freava por causa do medo desses negócios! Com a PNL, eu aprendi a me relacionar melhor com a mente inconsciente, e isso ajuda na parte criativa”. Ela segue relatando importantes mudanças na vida pessoal, em relação a mecanismos que causam determinadas reações mentais e emocionais. “Outro dia eu estava viajando de metrô, e percebia que eu estava me deprimindo. E percebi que tinha uma voz, e olha que vinha de um lado só. Comecei a mexer com aquela voz, para alterar a minha própria reação. Acho um barato fazer isso”.

Na comunicação interpessoal, a PNL pode alavancar resultados. Como consultor de informática, Jose Renato Lepak Milet tem que entender o que seus clientes precisam. “Um usuário pode ter uma comunicação vaga ou dúbia. Eu consigo destrinchar o que é que ele está querendo”. Quando comunica, o José Renato consegue acertar com precisão, observando como necessita individualizar sua abordagem segundo o modelo de mundo da pessoa com quem está se comunicando. “Acabo simplificando o complexo”, diz ele. Nas relações, a PNL tem sido importante para evitar julgamentos: “Eu entendo que cada pessoa tem seu “mapa” de mundo. Qualquer julgamento seria exclusivamente do meu mapa.”. O José Renato gosta de usar a PNL para formular metas e curte fazer esta orientação com outros no seu trabalho de consultoria individual.

Todos os entrevistados dizem que vivem melhor consigo mesmos. Especialmente eloqüente é a Elizabeth Valeriano, consultora da área de recursos humanos e qualidade. “Para mim, o mais importante foi melhorar a minha auto-estima, de eu me dar conta que meu valor pessoal era o que eu pensava e acreditava de mim mesma.”. Agora experimenta muito mais  segurança e acredita em suas capacidades. “Eu fiz o curso de PNL porque eu queria autoconfiança. Pedi muito explicitamente, para que eu pudesse fazer uma diferença na vida dos outros. Antes eu era muito crítica comigo mesma. Eu me privava de me doar mais para as pessoas. A PNL me ajudou a ser simples e ensinar as coisas de uma maneira simples”. Este resultado foi confirmado no último Natal, quando recebeu muitos cartões com mensagens dos participantes dos seus seminários de treinamento: “Você passa uma segurança, uma tranqüilidade”. A Elizabeth comenta que a PNL ensina as coisas óbvias, que talvez tenhamos esquecido por falta de contato com a sabedoria interior. Resume ela, “A PNL ajuda a encontrar seu eu interior, e falar coração com coração.

Que o leitor possa encontrar nestes depoimentos, motivos para aumentar sua convicção no seu poder de viver melhor e que tenha curiosidade e coragem o suficiente para procurar seus caminhos para fazer gestão de sua própria evolução.

Sobre a Autora:

Arline Davis é americana, bióloga pela University of California, estuda comportamento humano há mais de 25 anos. Ministra seminários internacionalmente. Radicada há 17 anos no Brasil. Master Trainer em Programação Neurolinguística (PNL), formada com os criadores desta tecnologia de excelência humana. Diretora do Instituto Núcleo Pensamento & Ação.

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