"As coisas mais difíceis de se ver são as que estão debaixo de nossos olhos." V. G. Rossi

PNL Corporativa

Peter Drucker, um dos maiores pensadores do mundo corporativo, já afirmou um dia: "As organizações não realizam nada. São as pessoas que o fazem". Aí, não importa o tamanho da sua empresa, pequena, média ou grande. Muito menos os valores, os contratos, as regras e diretrizes da gestão, as horas de trabalho e, principalmente, o número de funcionários. A verdade é que são os colaboradores que levam o negócio para a frente e, junto com sua força de trabalho, vêm suas personalidades e diferentes modos de enxergar a vida. Existem tantas formas de se relacionar com o mundo que esse talvez seja a questão mais expressiva dentro de cada corporação. E como lidar com esse ativo?
Ao perceber a importância de investir em relacionamento entre seus colaboradores, cada vez mais empresas buscam a Programação Neurolinguística como forma eficaz de treinamento para a melhoria de competências, principalmente aquelas consideradas mais "intangíveis", tais como relacionamento interpessoal, resiliência, liderança, criatividade, etc.. A PNL é o estudo de como processamos as informações em nosso cérebro; de como representamos a realidade em nossas mentes e de como podemos perceber, descobrir e alterar estas representações para atingir resultados desejados. É a ciência do "como" se faz, do "como" conseguir resultados espetaculares.
No mundo dos negócios, a PNL é usada por empresas - de pequenas a multinacionais, no setor público e privado - para melhorar as habilidades gerenciais de seus líderes e facilitar o relacionamento entre seus colaboradores por meio do desenvolvimento de habilidades interpessoais. Richard Bandler, um dos criadores da PNL, já prestou consultoria para British Gas, Virgin e Ladbrokes. No Brasil, a SBPNL foi escolhida para fazer treinamentos e consultorias para Oracle, BBKO, Accor, Cielo, Nestlé, Usiminas, Coca-Cola, Natura, Caixa Econômica Federal e Ministério do Desenvolvimento, entre muitos outros. Esse é o terceiro ano seguido em que somos escolhidos pela Petrobras, e mais de 12 mil colaboradores serão contemplados.
Quando grandes empresas nos procuram, geralmente estão insatisfeitas em algum nível - apenas acreditar que é possível fazer melhor já é uma forma de insatisfação que ajuda a evoluir sempre. As queixas costumam girar em torno do relacionamento entre as pessoas de uma equipe ou área, e talvez o lidar com "pessoas difíceis" seja o grande vilão nos comportamentos em contextos profissionais.
Na PNL, achamos que "pessoas difíceis" são seres míticos. As pessoas se comportam de determinada forma porque não conhecem outro jeito, acreditam que apenas essas escolhas comportamentais vão levá-las aos objetivos que têm em mente. Oferecer outras alternativas de comportamento funciona sempre. Por que você vai querer ser você se pode ser uma versão muito melhor de você mesmo? Saber o que se quer e como chegar lá é um sonho para muita gente, e, melhor ainda, pode ser realizado facilmente.
Quem se comporta sempre da mesma forma vai alcançar sempre os mesmos resultados. Isso vale para o indivíduo e para a empresa. Ao entender como funciona a estrutura do pensamento humano, as corporações têm a chance de parar para recompensar comportamentos que cristalizam situações indesejadas. E todas o fazem, mesmo sem perceber. Quem sabe é hora de experimentar algo diferente? Os resultados serão surpreendentes.
Gilberto Cury é presidente da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística
Peter Drucker, um dos maiores pensadores do mundo corporativo, já afirmou um dia: "As organizações não realizam nada. São as pessoas que o fazem". Aí, não importa o tamanho da sua empresa, pequena, média ou grande. Muito menos os valores, os contratos, as regras e diretrizes da gestão, as horas de trabalho e, principalmente, o número de funcionários. A verdade é que são os colaboradores que levam o negócio para a frente e, junto com sua força de trabalho, vêm suas personalidades e diferentes modos de enxergar a vida. Existem tantas formas de se relacionar com o mundo que esse talvez seja a questão mais expressiva dentro de cada corporação. E como lidar com esse ativo?

Ao perceber a importância de investir em relacionamento entre seus colaboradores, cada vez mais empresas buscam a Programação Neurolinguística como forma eficaz de treinamento para a melhoria de competências, principalmente aquelas consideradas mais "intangíveis", tais como relacionamento interpessoal, resiliência, liderança, criatividade, etc.. A PNL é o estudo de como processamos as informações em nosso cérebro; de como representamos a realidade em nossas mentes e de como podemos perceber, descobrir e alterar estas representações para atingir resultados desejados. É a ciência do "como" se faz, do "como" conseguir resultados espetaculares.

No mundo dos negócios, a PNL é usada por empresas - de pequenas a multinacionais, no setor público e privado - para melhorar as habilidades gerenciais de seus líderes e facilitar o relacionamento entre seus colaboradores por meio do desenvolvimento de habilidades interpessoais. Richard Bandler, um dos criadores da PNL, já prestou consultoria para British Gas, Virgin e Ladbrokes. No Brasil, a SBPNL foi escolhida para fazer treinamentos e consultorias para Oracle, BBKO, Accor, Cielo, Nestlé, Usiminas, Coca-Cola, Natura, Caixa Econômica Federal e Ministério do Desenvolvimento, entre muitos outros. Esse é o terceiro ano seguido em que somos escolhidos pela Petrobras, e mais de 12 mil colaboradores serão contemplados.

Quando grandes empresas nos procuram, geralmente estão insatisfeitas em algum nível - apenas acreditar que é possível fazer melhor já é uma forma de insatisfação que ajuda a evoluir sempre. As queixas costumam girar em torno do relacionamento entre as pessoas de uma equipe ou área, e talvez o lidar com "pessoas difíceis" seja o grande vilão nos comportamentos em contextos profissionais.

Na PNL, achamos que "pessoas difíceis" são seres míticos. As pessoas se comportam de determinada forma porque não conhecem outro jeito, acreditam que apenas essas escolhas comportamentais vão levá-las aos objetivos que têm em mente. Oferecer outras alternativas de comportamento funciona sempre. Por que você vai querer ser você se pode ser uma versão muito melhor de você mesmo? Saber o que se quer e como chegar lá é um sonho para muita gente, e, melhor ainda, pode ser realizado facilmente.

Quem se comporta sempre da mesma forma vai alcançar sempre os mesmos resultados. Isso vale para o indivíduo e para a empresa. Ao entender como funciona a estrutura do pensamento humano, as corporações têm a chance de parar para recompensar comportamentos que cristalizam situações indesejadas. E todas o fazem, mesmo sem perceber. Quem sabe é hora de experimentar algo diferente? Os resultados serão surpreendentes.

Gilberto Cury é presidente da SBPNL – Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística

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