"Só quem já se modificou pode modificar os outros." S. Kierkegaard

A arte feminina de liderar!

Em artigo, Dezée Mineiro fala sobre a importância da sensibilidade feminina nas corporações:
Há algumas diferenças significativas entre homens e mulheres que ocupam cargos de liderança. A que me chama mais a atenção é a sensibilidade, que nós, mulheres, podemos ter e usar sem medo no dia-a-dia. Os homens, mesmo os sensíveis, têm receio de demonstrar essa característica por a considerarem muito feminina. Mas a sensibilidade é fundamental para um líder.
Os homens ainda convivem com o velho preconceito que não podem chorar, demonstrar fraqueza. Li um artigo de Mariana Araguaia, graduada em Biologia, da Equipe Brasil Escola, que dizia: “aproximadamente 75% dos homens e 85% das mulheres sentem-se melhor depois de chorar: e isso não é por acaso. Em determinadas situações, nosso cérebro produz certas substâncias, como a prolactina, que ativam a ação das glândulas lacrimais. Esta, cujas concentrações aumentam em momentos de estresse, reduz novamente sua quantidade quando começamos a chorar; tal como a adrenalina. Este fator, aliado à liberação de substâncias como a leucina-encefalina, noradrenalina e serotonina, nos proporciona uma sensação anestésica e de calma, aliviando a angústia e liberando a tensão.”
Portanto, esse fator cultural que “proíbe” os homens de serem sensíveis coloca a mulher numa condição de vantagem. Se eles dessem um pouco mais de atenção à sensibilidade, talvez tivessem o mesmo êxito que nós no que as pessoas costumam chamar de “sexto sentido”.
Outro ponto a favor das mulheres executivas é uma maior facilidade em tomar decisões mais difíceis. Às vezes, os gestores convivem com situações que atrapalham o desempenho do grupo, tendo pessoas em sua equipe com pouca ou nenhuma competência, pessoas despreparadas e com comportamentos difíceis. Um homem geralmente empurra uma decisão por tempo demais, talvez porque ache que terá dificuldade para encontrar outros profissionais, que a empresa terá problemas, que mesmo sendo péssimos é melhor não fazer mudanças agora, etc. Uma mulher bem preparada vai planejar muito bem a mudança e a fará, em menos tempo do que um homem faria, para o bem da empresa e do grupo. Acho que faz parte da natureza feminina e da rotina da mulher decisões difíceis, como socorrer um filho machucado sem desmaiar, dar a luz, ter dores.Mulher suporta mais coisas difíceis.
Eu, por exemplo, já tive que tomar decisões difíceis, trabalhar duro para preparar outras pessoas para substituir aqueles que eram incorrigíveis e que se recusavam a melhorar. Livramo-nos deles e formamos uma equipe muitíssimo melhor, com profissionais mais comprometidos e interessados na filosofia e perfil da empresa. O meu colega tinha razão: não é mesmo tomar esse tipo de decisão, mas eu tomei e mostrei que era possível.
Engana-se quem pensa que uma mulher profissional age por impulso ou por emoção. Sensibilidade nada tem a ver com emoção de momento. Uma líder que se prepara bem nunca toma decisões sem avaliação e planejamento seguros, infalíveis.
Como a mulher sabe que tem de tomar certos cuidados devido à interpretação sobre sua condição feminina, também deve se preparar muito mais, ser mais assertiva, surpreender sempre o opositor, fazer o que ele não espera. Isso significa se preparar além do limite.
Mas admito que alguns homens já me inspiraram e tenho muito respeito pelos corajosos, sensíveis e ótimos profissionais que conheço. Um deles é meu líder hoje. Um outro era duro e parecia insensível, mas dava feedbacks, lia e via o que fazíamos. Criticava? Sim, claro, e com isso me ajudou muito a crescer.
Aproveito para deixar um recado para as mulheres que ocupam ou desejam ocupar cargos de liderança: sejam ótimas profissionais, continuem sendo mães, namoradas, esposas, carinhosas e o tempo dedicado a esses outros importantes lados femininos fará uma diferença significativa no trabalho. Pessoas que não amam e não se deixam ser amadas podem ter o desempenho profissional prejudicado por falta de felicidade.
Em artigo, Dezée Mineiro fala sobre a importância da sensibilidade feminina nas corporações:

Há algumas diferenças significativas entre homens e mulheres que ocupam cargos de liderança. A que me chama mais a atenção é a sensibilidade, que nós, mulheres, podemos ter e usar sem medo no dia-a-dia. Os homens, mesmo os sensíveis, têm receio de demonstrar essa característica por a considerarem muito feminina. Mas a sensibilidade é fundamental para um líder. 

Os homens ainda convivem com o velho preconceito que não podem chorar, demonstrar fraqueza. Li um artigo de Mariana Araguaia, graduada em Biologia, da Equipe Brasil Escola, que dizia: “aproximadamente 75% dos homens e 85% das mulheres sentem-se melhor depois de chorar: e isso não é por acaso. Em determinadas situações, nosso cérebro produz certas substâncias, como a prolactina, que ativam a ação das glândulas lacrimais. Esta, cujas concentrações aumentam em momentos de estresse, reduz novamente sua quantidade quando começamos a chorar; tal como a adrenalina. Este fator, aliado à liberação de substâncias como a leucina-encefalina, noradrenalina e serotonina, nos proporciona uma sensação anestésica e de calma, aliviando a angústia e liberando a tensão.” 

Portanto, esse fator cultural que “proíbe” os homens de serem sensíveis coloca a mulher numa condição de vantagem. Se eles dessem um pouco mais de atenção à sensibilidade, talvez tivessem o mesmo êxito que nós no que as pessoas costumam chamar de “sexto sentido”. 

Outro ponto a favor das mulheres executivas é uma maior facilidade em tomar decisões mais difíceis. Às vezes, os gestores convivem com situações que atrapalham o desempenho do grupo, tendo pessoas em sua equipe com pouca ou nenhuma competência, pessoas despreparadas e com comportamentos difíceis. Um homem geralmente empurra uma decisão por tempo demais, talvez porque ache que terá dificuldade para encontrar outros profissionais, que a empresa terá problemas, que mesmo sendo péssimos é melhor não fazer mudanças agora, etc. Uma mulher bem preparada vai planejar muito bem a mudança e a fará, em menos tempo do que um homem faria, para o bem da empresa e do grupo. Acho que faz parte da natureza feminina e da rotina da mulher decisões difíceis, como socorrer um filho machucado sem desmaiar, dar a luz, ter dores.Mulher suporta mais coisas difíceis. 

Eu, por exemplo, já tive que tomar decisões difíceis, trabalhar duro para preparar outras pessoas para substituir aqueles que eram incorrigíveis e que se recusavam a melhorar. Livramo-nos deles e formamos uma equipe muitíssimo melhor, com profissionais mais comprometidos e interessados na filosofia e perfil da empresa. O meu colega tinha razão: não é mesmo tomar esse tipo de decisão, mas eu tomei e mostrei que era possível. 

Engana-se quem pensa que uma mulher profissional age por impulso ou por emoção. Sensibilidade nada tem a ver com emoção de momento. Uma líder que se prepara bem nunca toma decisões sem avaliação e planejamento seguros, infalíveis. 

Como a mulher sabe que tem de tomar certos cuidados devido à interpretação sobre sua condição feminina, também deve se preparar muito mais, ser mais assertiva, surpreender sempre o opositor, fazer o que ele não espera. Isso significa se preparar além do limite. 

Mas admito que alguns homens já me inspiraram e tenho muito respeito pelos corajosos, sensíveis e ótimos profissionais que conheço. Um deles é meu líder hoje. Um outro era duro e parecia insensível, mas dava feedbacks, lia e via o que fazíamos. Criticava? Sim, claro, e com isso me ajudou muito a crescer. 

Aproveito para deixar um recado para as mulheres que ocupam ou desejam ocupar cargos de liderança: sejam ótimas profissionais, continuem sendo mães, namoradas, esposas, carinhosas e o tempo dedicado a esses outros importantes lados femininos fará uma diferença significativa no trabalho. Pessoas que não amam e não se deixam ser amadas podem ter o desempenho profissional prejudicado por falta de felicidade. 

Sobre a Autora:

Dra. Márcia Dolores Resende, formada em psicologia e com formação completa em PNL (NLP Health Certification Training), Hipnose Ericksoniana e EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), sendo treinada por profissionais que possuem uma grande experiência e um conceituado trabalho como: Robert Dilts, Suzi Smith, Tim Halbom, Steve Andreas, Teresa Robles e Dr. Stephen Gilligan.

 
 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

IBC

banner-descubra-pnl-v3 ibc

Anúncios Google

IBC

banner-descubra-pnl-v3 ibc

Thalentos

thalentos 2014

Ideah

Instituto Ideah

Metáforum

metaforum2016